Logo no começo do livro, deparei-me com a descrição perfeita
da situação económica cá de casa: “A
corrida dos ratos”. Citando do livro “este conceito, aplicado às finanças,
é uma analogia sobre as pessoas que vivem de ordenado em ordenado, trabalhando
sempre para pagar as compras, tal como um rato a correr sem parar numa roda, mas
sem nunca sair do mesmo sítio. Quando temos tantas despesas recorrentes que o
próximo ordenado já mal chega para as pagar, sabemos que estamos na corrida dos
ratos.” A questão que coloquei foi: E o
que fazer para sair dela? Como o livro avançava para um novo tópico decidi
pesquisar na Internet sobre este tema. O que encontrei? Aqui ficam alguns tópicos:· Ler vários livros sobre finanças, poupança e investimento é uma boa opção.
· O fracasso de muita gente advém de chegarem ao final de 1 ou 2 meses e ao não verem grandes melhorias, desistirem.
Aqui ficam alguns excertos do livro:
- "Para termos dinheiro, o que importa não é quanto dinheiro ganhamos mas sim quanto poupamos."
- "Se não trabalharmos para as coisas que queremos e cuidarmos de nós, ninguém o fará. Valorizem-se e valorizem a vossa vida. Afinal só temos uma..."
- "Há vários tipos de investimentos, para diferentes tipos de investidor, e é melhor não darem saltos sem rede quando se trata do vosso dinheiro".
Custou um bocadinho (muito) para ler o livro todo. Para quem decide começar a poupar e a mudar o seu estilo de vida em termos económicos, acho que é um livro que pode ajudar nesse sentido. Quem já poupa de muitas e muitas formas, aqui encontrará muitas das coisas que já aplica no dia-a-dia e outras que se calhar não são aplicáveis na sua gestão económica, como investir dinheiro.
Dou-vos um exemplo, um pontos do livro é "Como pagar a Faculdade aos filhos" e revela valores que rondam os 20.500 € (em 1º lugar acho um valor exagerado). A ideia sugerida pelo autor é que assim que o filho nasça, os pais comecem a poupar 60€ por mês para que ao fim de 18 anos tenham o dinheiro que precisam para pagar a Faculdade ao filho. Alguma vez tinham pensado nisto? Eu não!


